No fundo do oceano, um polvo-coco estava ocupado fazendo o que os polvos-coco fazem de melhor: parecer suspeito, guardar sua concha e fingir que todo o pedaço de areia lhe pertencia. Ele era pequeno, esperto e levava a segurança muito a sério. Sua concha não era apenas um esconderijo. Era seu lar, seu escudo e, possivelmente, seu móvel de apoio emocional.
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